Viagem...



A viagem já se prolongava por 2 horas por entre campos verdes de Oliveiras q se estendiam pelo horizonte...
Eu conduzia enquanto tu apreciavas a paisagem em silêncio...
Trocava-mos olhares cúmplices e sorrisos sinceros.
O teu decote generoso fazia-me desviar o olhar da estrada e concentrar-me nesse rego por onde tantas vezes a minha língua percorre ou o meu esperma escorre...
Não disfarçava minimamente, como te a dizer: "mal tenha oportunidade, chupo-te essas mamas!"
No rádio passava Heroes del Silencio...uma canção sensual q fala sobre os prazeres da luxúria e do sexo...


Inclinaste-te para o meu lado, e conseguiste dar-me um beijo na face, mesmo com a pressão do cinto. A tua mão desceu até ao meu sexo. Acariciavas-o por fora das calças, mas mal notaste a tesão q o invadia, libertaste aquele membro fálico q tantas vezes te enche o sexo e explode dentro de ti...
O cinto limitava os teus movimentos, por isso desapertaste o mesmo...Desde modo chegaste mais perto de mim...com uma mão a segurar-me o sexo em movimentos verticais q me criavam tesão e espalhavam fluidos..com a língua tocavas a pele do meu pescoço deixando-a com a tua saliva, bálsamo da tua paixão.
Sabias q não podia tirar os olhos da estrada, q não podia penetrar nos teus olhos provocantes, mas olhavas para mim à mesma enquanto a tua mão me tocava cada vez mais depressa, dava-te prazer, o meu ar derretido...
Mergulhaste a tua boca no meu sexo, engolindo toda a carne dura e erecta sem uma pausa, e ali ficaste uns segundos. Eu mordia os labios e pingas de suor nasciam na testa...
Tiraste-o da boca para q com a língua lamberes a glande em movimentos giratórios q me deixavam louco. 
Acariciava os teus cabelos com a mão que outrora estava nas mudanças. Tentei chegar com os dedos ao teu sexo, mas não estava a meu alcance...Fiquei-me pelos teus seios, massajando as mamas e apertando os mamilos q saltavam desenfreadamente do soutien...
O meu sexo entrava e saía da tua boca, fios de babá e aguadilha ficavam presos entre ele e a tua boca.
Forcei um pouco mais a tua penetração com a boca e não te deixei sair de lá, até o meu esperma invadir a tua boca e escorrer pela tua garganta...

Subiste até mim, mostrando uma língua como repositório de esperma, o que agradavelmente e lascivamente, engolis-te de imediato com um olhar obsceno, típico da ninfomaníaca que és...
Ajudaste-me a recolher o meu sexo, sentaste-te direita e meteste o cinto, e remataste como a seguinte frase: " quando chegarmos é a tua vez de me fazeres vir"!

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