Noite...
A noite já ia longa, o
sono invadia a minha mente e perdia-me em fantasias onde eras rainha dos meus
mais íntimos e obscenos desejos…
Acordei com um tesão enorme, de boxers húmidos e cheio de vontade de te comer como fantasiei…
Tentei chegar até ti, mas não te senti na cama, o teu lado estava vazio, não estavas ali…
Levantei e fui procurar-te, faminto pelo teu corpo…

Ouvi barulho da TV na sala, a única luz provinha das imagens que passavam no ecrã…
Aproximei-me sem fazer barulho. Ali estavas tu deitada no sofá a ver um filme porno. Olhei para as imagens e vi dois homens em pleno sexo com uma mulher. Um enrabava-lhe o cu e outro enchia-lhe a boca com o sexo. Mas tudo isto com extrema violência, com linguagem ordinária, com desdém por aquela mulher que também não queria saber o que eles pensavam dela, queria era êxtase, orgasmos, espasmos…
Olhei para ti e tinhas uma mão dentro das calças do pijama, notava-se os movimentos por dentro das calças, lentos…Com a outra mão molhavas os dedos na boa. Fios de saliva agarravam-se aos dedos e aproveitavas os mesmos para passares pelo pescoço e seios…
A mão que estava dentro das calças já se movia mais rapidamente e notava quando os teus dedos iam mais fundo no teu sexo, pois levantavas ligeiramente a cabeça e gemias…
Um seio já estava fora da camisola, apertavas fortemente o mamilo ao mesmo tempo que deslizavas pelo sofá…
Olhei para o meu sexo, estava erecto. A minha pele estava arrepiada e os meus olhos apaixonados por aquela imagem.
Aproximei de ti, não notaste de imediato a minha presença, estavas noutra dimensão, à espera que o orgasmo surgisse e te aquece a alma.
Abriste os olhos e viste-me, de inicio foi a surpresa, mas depois a tua expressão mudou para algo provocatório, sedutor…
Ias abria a boca quando te tapei a mesma com a mão. “Cala-te, vou acabar o que começaste, mas à minha maneira!”
Puxei-te para mim por um braço…pensaste que te ia beijar, mas não, atirei-te com violência para o chão. Rasguei-te as calças do pijama aos pedaços. Estava possuído e queria possuir! Ias falar novamente e mais uma vez tapei-te a boca e disse “xiuu”. “abre essas pernas e dá-me o teu sexo”, “queres-te vir, é? Pois vais-te vir, mas em orgasmos que nunca sentiste!”. Enterrei-o todo numa vez! Gritaste bem alto “Só isso’” provocas-te tu. Apertei-te o pescoço com as duas mãos e comecei a foder-te como nunca o tinha feito. Estava a transforma-me num animal, enterrava-o todo até ao fim com toda a força que tinha! Batia nas tuas mamas e apertava cada vez mais o pescoço! Cuspia para o clitóris e dava com mais força, ainda mais força! O teu rabo já estava no ar, puxei-te para mim e ficamos sentados, as tuas pernas á volta da minha cintura, os teus braços à volta do meu pescoço e as minhas mãos agarradas ao teu pescoço. Arranhavas-me o peito até fazer sangue e saltavas em cima de mim para que o meu sexo chegasse o mais fundo possível. Dei-te uma bofetada e respondeste com um olhar felino que ordenou aos dentes que me mordesse o lábio!
Movias as tuas ancas freneticamente e eu empurrava sexo, cintura, rabo contra ti de modo que me sentisses todo. “gostas á bruta, sua depravada, né?”, “Adoro, meu tarado” trocávamos nós…
E assim, no auge da dor que se mistura com prazer, subimos ao Olimpo e conhecemos os Deuses, abraçados, a arfar, de olhos fechados e sexos a latejar…
Acordei com um tesão enorme, de boxers húmidos e cheio de vontade de te comer como fantasiei…
Tentei chegar até ti, mas não te senti na cama, o teu lado estava vazio, não estavas ali…
Levantei e fui procurar-te, faminto pelo teu corpo…

Ouvi barulho da TV na sala, a única luz provinha das imagens que passavam no ecrã…
Aproximei-me sem fazer barulho. Ali estavas tu deitada no sofá a ver um filme porno. Olhei para as imagens e vi dois homens em pleno sexo com uma mulher. Um enrabava-lhe o cu e outro enchia-lhe a boca com o sexo. Mas tudo isto com extrema violência, com linguagem ordinária, com desdém por aquela mulher que também não queria saber o que eles pensavam dela, queria era êxtase, orgasmos, espasmos…
Olhei para ti e tinhas uma mão dentro das calças do pijama, notava-se os movimentos por dentro das calças, lentos…Com a outra mão molhavas os dedos na boa. Fios de saliva agarravam-se aos dedos e aproveitavas os mesmos para passares pelo pescoço e seios…
A mão que estava dentro das calças já se movia mais rapidamente e notava quando os teus dedos iam mais fundo no teu sexo, pois levantavas ligeiramente a cabeça e gemias…
Um seio já estava fora da camisola, apertavas fortemente o mamilo ao mesmo tempo que deslizavas pelo sofá…
Olhei para o meu sexo, estava erecto. A minha pele estava arrepiada e os meus olhos apaixonados por aquela imagem.
Aproximei de ti, não notaste de imediato a minha presença, estavas noutra dimensão, à espera que o orgasmo surgisse e te aquece a alma.
Abriste os olhos e viste-me, de inicio foi a surpresa, mas depois a tua expressão mudou para algo provocatório, sedutor…
Ias abria a boca quando te tapei a mesma com a mão. “Cala-te, vou acabar o que começaste, mas à minha maneira!”
Puxei-te para mim por um braço…pensaste que te ia beijar, mas não, atirei-te com violência para o chão. Rasguei-te as calças do pijama aos pedaços. Estava possuído e queria possuir! Ias falar novamente e mais uma vez tapei-te a boca e disse “xiuu”. “abre essas pernas e dá-me o teu sexo”, “queres-te vir, é? Pois vais-te vir, mas em orgasmos que nunca sentiste!”. Enterrei-o todo numa vez! Gritaste bem alto “Só isso’” provocas-te tu. Apertei-te o pescoço com as duas mãos e comecei a foder-te como nunca o tinha feito. Estava a transforma-me num animal, enterrava-o todo até ao fim com toda a força que tinha! Batia nas tuas mamas e apertava cada vez mais o pescoço! Cuspia para o clitóris e dava com mais força, ainda mais força! O teu rabo já estava no ar, puxei-te para mim e ficamos sentados, as tuas pernas á volta da minha cintura, os teus braços à volta do meu pescoço e as minhas mãos agarradas ao teu pescoço. Arranhavas-me o peito até fazer sangue e saltavas em cima de mim para que o meu sexo chegasse o mais fundo possível. Dei-te uma bofetada e respondeste com um olhar felino que ordenou aos dentes que me mordesse o lábio!
Movias as tuas ancas freneticamente e eu empurrava sexo, cintura, rabo contra ti de modo que me sentisses todo. “gostas á bruta, sua depravada, né?”, “Adoro, meu tarado” trocávamos nós…
E assim, no auge da dor que se mistura com prazer, subimos ao Olimpo e conhecemos os Deuses, abraçados, a arfar, de olhos fechados e sexos a latejar…




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