Cadeira


Essa velha cadeira onde te sentas serviu-te muitas vezes de apoio quando te penetrava por trás…
Ainda se vêem velhas manchas dos nossos orgasmos que nunca mais saíram e nos recordam aquele sexo sem amor que vivemos.
Abres as pernas, e deslumbro umas cuecas pretas transparentes que deixam transparecer o teu sexo livre de pêlos e onde tantas vezes a minha língua se perdeu e se encontrou…
A tua mão direita desce até onde o meu desejo aclama, o teu sexo deixa de estar visível, apenas dedos que se movem e lentamente começam a desaparecer dentro de ti…
Não consigo decifrar o teu olhar, não percebo se me chamas para completar o quadro, ou se só queres que te observe, me toque e me venha ao mesmo tempo que o teu sexo cuspe pedaços da tua luxuria e obscenidade…


Tens 4 dedos enfiados dentro de ti,, a tua blusa preta rasga-se quando procuras pelos teus seios com a tua mão esquerda, a cadeira range, eu suspiro…
Levanto-me e vou ter contigo. Liberto o meu sexo, está à mesma altura que a tua boca…Com um olhar penetrante, cospes para ele e inicias uma oral como só tu sabes fazer…Mas sem nunca tirar a mão de dentro de ti…
Chupas, lambes, afagas, mordes…Agarro-te pelos cabelos mas tb tos acarinho, como numa bipolaridade de sentimentos e vontades…Gemes quando te vens com o meu sexo na tua boca. Já me conheces, sabes que não falta muito, afasta o meu sexo, abres a boca e metes a língua de fora à espera do nectrar que alimenta a tua paixão…e assim ejaculo para o teu rosto, deixando-o a pingar para aquela cadeira, cúmplice da nossa perversidade…


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